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ADOLESS

ADOLESS
Gestodeno + etinilestradiol

CLASSE
Contraceptivo oral de baixa dosagem.


FÓRMULA - ADOLESS
Cada comprimido de ADOLESS® revestido contém 0,060 mg de gestodeno e 0,015 mg de etinilestradiol e excipiente q.s.p. 1 comprimido revestido.


MECANISMO DE AÇÃO - ADOLESS
A associação gestodeno + etinilestradiol é um contraceptivo oral monofásico, que atua primariamente inibido a ovulação1 pela suspensão da liberação de gonadotrofina.


INDICAÇÕES - ADOLESS
ADOLESS® é indicado na prevenção da gravidez2


CONTRA-INDICAÇÕES - ADOLESS
• O uso do produto é contra- indicado em pacientes com história prévia ou atual de processos tromboembólicos arterial ou venoso e condições que os predispõem, como anormalidades no sistema de coagulação, doença cardiovascular e fibrilação arterial.• Distúrbios crônicos ou agudos da função hepática (incluindo síndrome3 de Dubin- Johnson, síndrome3 de Rotor), história prévia ou atual de tumores hepáticos, antecedentes de icterícia4 idiopática ou prurido5 intenso durante a gravidez2.
• História prévia ou atual de neoplasia6 estrógeno7- dependente confirmada ou suspeita (carcinoma8 mamário ou endometrial).
• Distúrbios do metabolismo9 lipídico.
• Anemia falciforme10.
• Diabetes11 severa com alterações vasculares.
• Antecedentes de herpes gestacional. Otosclerose12 agravada durante a gravidez2.
• Sangramento genital anormal de causa desconhecida. Gravidez2 diagnosticada ou suspeita. Hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula.


INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS - ADOLESS
A redução da eficácia dos anticoncepcionais orais, o aumento da incidência13 de sangramento e irregularidades menstruais tem sido associados com a utilização da rifampicina. Tem sido proposta uma associação similar, porém menos marcante, com barbitúricos, fenilbutazona, fenitoína e possivelmente com griseofulvina, ampicilina e tetraciclinas. As pacientes que utilizarem estes medicamentos devem ser orientadas a fazer uso de contraceptivos mecânicos (preservativo, espermicida, diafragma, etc...) além de tomar regularmente ADOLESS®, durante o tempo em que estiver usando a medicação concorrente e durante sete dias após a paralisação destes tratamentos. Se o anticoncepcional oral combinado é associado à rifampicina, o método contraceptivo não hormonal deverá ser continuado por quatro semanas, logo após a finalização do tratamento com este fármaco.Na bibliografia têm sido reportado interações entre anticoncepcionais orais combinados que contém etinilestradiol e outras drogas.
• Interações com a absorção: A diarréia14 aumenta a motilidade gastrintestinal e reduz a absorção hormonal, de forma similar às drogas que reduzem o tempo de trânsito intestinal, e podem reduzir as concentrações hormonais dos contraceptivos orais combinados no sangue15.
• Interações com o metabolismo9: Estudos têm demonstrado que o etinilestradiol sofre o processo de sulfatação na mucosa16 intestinal; portanto, as drogas que atuam como inibidores competitivos na sulfatação da mucosa16 intestinal podem aumentar a biodisponibilidade do etinilestradiol (por exemplo: ácido ascórbico).
• Metabolismo9 hepático: As concentrações de etinilestradiol podem diminuir quando este interage com drogas indutoras de enzimas microssomais (por exemplo: rifampicina, barbitúricos, fenilbutazona, fenitoína, griseofuluina, topiramalo e alguns inibidores de proteases).As concentrações de etinilestradiol podem aumentar com drogas que inibem o metabolismo9 microssomal (por exemplo: indinavir e fluconazol).
• Interferência com a circulação17 enterohepática: Alguns estudos sugerem que a circulação17 entero- hepática de estrógenos pode diminuir quando se administram alguns antibióticos, os quais reduzem as concentrações de etinilestradiol (por exemplo: ampicilina e tetraciclina).
• Interferência com o metabolismo9 de outras drogas: O etinilestradiol pode interferir com o metabolismo9 de outras drogas ao inibir as enzimas microssomais ou ao induzir a conjugação hepática de drogas, particularmente a glicuronidização.De acordo com isto, as concentrações plasmáticas e tissulares podem estar tanto aumentadas como diminuídas respectivamente (por exemplo: ciclosporina e teofilina).


PRECAUÇÕES - ADOLESS
• Exame físico e acompanhamento: Antes de se tomar contraceptivos orais combinados deve ser realizada uma história clínica completa, tanto pessoal quanto familiar, assim como um exame médico. Este exame deverá ser repetido durante o uso de anticoncepcionais orais combinados. O exame médico deverá incluir especialmente pressão arterial, mamas, abdome e órgãos pélvicos incluindo citologia cervical e outros exames laboratoriais. Em caso de hemorragia vaginal18 não diagnosticada, persistente ou recorrente, deverá ser realizado um diagnostico adequado para descartar malignidade.As mulheres com história familiar de câncer19 de mama ou que tiveram nódulos mamários deverão ser especialmente controladas.Deve- se informar a usuárias que este produto não protege contra a infecção20 por HIV21 ou outras doenças sexualmente transmissíveis.• Alterações lipídicas: As mulheres que decidem utilizar anticoncepcionais orais combinados e estão sendo tratados por hiperlipidemias devem ser controladas. Alguns progestágenos podem elevar os níveis de lipoproteínas de baixa densidade (LDL22) e podem tornar mais difícil o controle das hiperlipidemias.Em usuárias com história familiar de alterações no metabolismo9 lipoprotéico que recebem preparações contendo estrógeno7 tem sido observado casos de elevações significativas de triglicerídeos plasmáticos os quais levaram a uma pancreatite23.
• Função hepática: A insuficiência hepática24 aguda ou crônica pode determinar a descontinuação de contraceptivos orais combinados até que a função hepática volte ao normal.Os hormônios esteróides são provavelmente metabolizados em usuárias com a insuficiência hepática24.
• Distúrbios emocionais: Os anticoncepcionais orais combinados podem favorecer o aparecimento de episódios de depressão em algumas usuárias. A medicação deverá ser suspensa e usar um método alternativo de anticoncepcional a fim de determinar se os sintomas25 estão relacionados com a utilização destas drogas. Mulheres com história de depressão devem ser observadas cuidadosamente e a droga descontinuada se a depressão reaparecer.
• Níveis de folato: Os níveis séricos de folato podem diminuir com a utilização de anticoncepcionais orais combinados.Este fato pode ter importância clínica se a paciente engravidar logo depois da descontinuação dos anticoncepcionais orais combinados.
• Retenção de líquidos: Os contraceptivos orais combinados devem ser prescritos com precaução para usuárias nas quais a retenção de líquidos pode ser agravada.
• Gravidez2: este medicamento não está indicado para ser utilizado durante a gravidez2. Diferente do que ocorre com o dietilestilbestrol, o resultado de numerosos estudos epidemiológicos permitem descartar o risco de malformações secundárias com a administração de estrógenos isolados ou em associação, durante a etapa inicial da gravidez2.Por outro lado, os riscos devidos à diferenciação sexual do feto (fundamentalmente os fetos do sexo feminino) e que tenham sido descritos com a utilização dos antigos progestágenos, muito androgenomiméticos, não podem ser extrapolados aos progestágenos atuais como o que se utiliza no produto ADOLESS®, que é notoriamente menos androgenomimético ou praticamente não androgenomimético.Conseqüentemente a detecção de uma gravidez2 quando a mulher se encontra recebendo anticoncepcionais orais combinados não justificam a interrupção desta gravidez2.
• Lactação26: Levando- se em conta que os estrógenos e progestágenos são excretados no leite materno, não é aconselhável a utilização de ADOLESS® durante o período de amamentação27, e conseqüentemente deve ser utilizado outro método contraceptivo.


Advertências - ADOLESS
O hábito de fumar aumenta o risco de reações adversas cardiovasculares sérias nas usuárias de contraceptivos orais combinados. Este risco aumenta com a idade e a quantidade de cigarros (15 ou mais por dia) e é maior em mulheres com mais de 35 anos. Por este motivo as usuárias de contraceptivos orais combinados devem ser advertidas para não fumar.O uso de anticoncepcionais orais combinados está associado ao risco aumentado de uma série de condições preexistentes, incluindo infarto28 agudo29 no miocárdio, tromboembolismo30, acidente vascular cerebral31, neoplasia6 hepática e hipertensão32. Contudo, o risco de morbidade33 é muito baixo naquelas usuárias que não apresentam os fatores acima descritos. O risco de morbidade33 aumenta significantemente na presença de fatores de risco preexistentes, tais como hipertensão32, hiperlipidemias (hipertrigliceridemia, hipercolesterolemia34), obesidade35 e particularmente diabetes11 com comprometimento vascular36.

• Alterações tromboembólicas e outros problemas vasculares:
a) Infarto28 agudo29 do miocárdio: a utilização de anticoncepcionais orais combinados tem sido relacionada com aumento do risco de infarto do miocárdio37. Este risco é mais observado em fumantes ou em usuárias com outros fatores de risco associados, tais como: problemas coronarianos, hipertensão32, hipercolesterolemia34, obesidade35 extrema e diabetes11. O risco é menor em usuárias com menos de 30 anos. O habito de fumar associado ao uso de anticoncepcionais orais combinados tem demonstrado contribuir substancialmente com o aumento da incidência13 de infarto do miocárdio37 em usuárias maiores de 30 anos, principalmente em fumantes dependentes. As taxas de mortalidade38 associadas com problemas circulatórios entre as usuárias de anticoncepcionais orais são aumentadas essencialmente em fumantes maiores de 35 anos e não fumantes acima dos 40 anos. Os contraceptivos orais combinados devem ser utilizados com precaução naquelas usuárias com fatores de risco de enfermidades cardiovasculares.
b) Tromboembolismo30: tem sido associado com o uso de contraceptivos orais combinados um aumento no risco de enfermidades tromboembólicas. O tromboembolismo30 venoso que se manifesta com trombose venosa profunda39 e/ou embolia40 pulmonar pode ocorrer com o uso de qualquer dos anticoncepcionais combinados. A incidência13 aproximada de tromboembolismo30 venoso, em usuárias de contraceptivos orais combinados com baixa dose de estrógenos (< 50 mcg de etinilestradiol) é em torno de 4 por 10.000 mulheres/ano, comparada a 0,5- 3 por 10.000 mulheres/ano não usuárias de anticoncepcionais orais combinados. Contudo, a incidência13 de tromboembolismo30 venoso, durante o uso de contraceptivos orais combinados, é substancialmente menor à incidência13 associada com a gravidez2 (6 por 10.000 mulheres grávidas/ano). Tem sido observado um aumento entre duas a quatro vezes o risco relativo de complicações tromboembolicas pós-operatórias em usuárias de anticoncepcionais orais combinados. O risco relativo de trombose41 venosa em mulheres que tem fatores predisponentes é o dobro do que naquelas mulheres que não estão expostas a estes fatores. Caso seja possível, os anticoncepcionais orais combinados devem ser descontinuados durante as quatro semanas prévias e as duas semanas posteriores a uma cirurgia eletiva, que está associado com o aumento de risco de tromboembolismo30, e durante a imobilização prolongada.
c) Doença vascular36 cerebral: tem sido demonstrado um aumento no risco de acidente vascular cerebral31 (trombóticos e hemorrágicos) com o uso de anticoncepcionais orais combinados. Este risco é aumentado entre as usuárias maiores de 35 anos, hipertensas e fumantes. Determinou- se que a hipertensão32 é um risco tanto para as usuárias de anticoncepcionais orais combinados quanto para as não usuárias, para ambos os tipos de acidente vascular cerebral31, enquanto que o hábito de fumar parece aumentar o risco de acidente vascular cerebral31 hemorrágico.Minimizar a oposição a estrógenos e progestógenos é estar de acordo com os bons princípios de terapêutica. Para qualquer combinação particular com estrógenos e progestógenos o regime de dosificação prescrito deve ser aquele que controla a menor concentração de estrógenos e progestógenos que seja compatível com uma baixa porcentagem de falha e necessidades particulares de cada usuária. Aquelas usuárias que utilizam pela primeira vez anticoncepcionais orais combinados, devem começar com preparações que contenham menos de 50 mcg de estrógeno7.

• Carcinoma8 de órgãos reprodutores: Alguns estados tem associado a utilização de anticoncepcionais orais combinados com um aumento no risco de neoplasia6 cervical intraepitelial em algumas populações de mulheres. Contudo, a controvérsia continua com relação ao valor de tais achados, os quais pode atribuir- se a diferenças na conduta sexual, entre outros fatores. Uma meta-análise de 54 estudos epidermiológicos demonstrou que existe um leve aumento do risco relativo (RR=1.24) de ter câncer19 de mama diagnosticado em mulheres que estejam utilizando contraceptivos orais combinados comparado com aqueles que nunca utilizaram estes produtos. O aumento do risco geralmente desaparece durante o curso dos 10 anos posteriores ao abandono do uso de contraceptivos orais combinados. Estes estudos não demonstram evidência de casualidade. O padrão observado do risco de câncer19 de mama diagnosticado pode ser devido à detecção preventiva do câncer19 de mama nas usuárias de anticoncepcionais orais combinados ou a combinação de ambos. Devido que o câncer19 de mama é raro em mulheres abaixo de 40 anos de idade, o aumento do risco em usuárias regulares e recentes de contraceptivos orais combinados é pequeno. O câncer19 de mama em mulheres que utilizam anticoncepcionais orais combinados tende a ser clinicamente menos avançado do que aquele que ocorre naquelas mulheres que não utilizam estes produtos.
• Neoplasias hepáticas: Embora a incidência13 destes tumores seja rara, tem sido associada aos adenomas hepáticos benignos com o uso de anticoncepcionais orais combinados. A ruptura destes adenomas pode causar a morte devido a hemorragia42 intra- abdominal.Diversos estudos têm demonstrado um aumento no desenvolvimento de carcinomas hepatocelulares naquelas mulheres que utilizam contraceptivos orais combinados por períodos prolongados, contudo estes tipos de câncer19 são extremamente raros.
• Lesões oculares: Têm sido comunicados casos de trombose41 retiniana durante o uso de anticoncepcionais orais. O aparecimento de perda da visão parcial ou completa, de ptoses ou diplopia43, edema44 papiloso ou lesões retininas vasculares, motivará a descontinuação dos anticoncepcionais orais combinados e a imediata avaliação da causa.
• Doenças da vesícula biliar45: Alguns estudos têm demonstrado um aumento de enfermidades vesiculares em usuárias de anticoncepcionais orais combinados e estrógenos. Estudos recentes, contudo, têm demonstrado que o risco relativo de desenvolvimento de doenças vesiculares entre as usuárias de anticoncepcionais orais combinados pode não ser tão importante.Não é aconselhável a utilização de ADOLESS® em pacientes que apresentaram colestase recorrente ou prurido5 durante gravidez2 anterior.
• Efeitos sobre o metabolismo9 de carboidratos e lipídios: Tem sido observada a intolerância à glicose46 em usuárias de contraceptivos orais combinados. Devido a isto as usuárias diabéticas devem ser observadas atentamente durante o uso de anticoncepcionais orais combinados.Uma pequena proporção de mulheres pode apresentar uma hipertrigliceridemia persistente enquanto estejam utilizando anticoncepcionais orais combinados. Tem sido notado no soro47 um declínio das lipoproteínas de alta densidade (HDL48) com a utilização de agentes progestacionais.Devido a que os estrógenos aumentam o colesterol49 HDL48, o efeito claro da utilização de contraceptivos orais combinados depende do balanço alcançado entre as doses de estrógenos e progestógenos e da natureza e quantidade absoluta de progestágenos contidos no anticoncepcional. A quantidade de ambos os hormônios deve ser considerada na escolha de anticoncepcionais orais combinados.
• Elevação da pressão sanguínea: Foi observado aumento na pressão sanguínea naquelas usuárias que utilizam anticoncepcionais orais combinados ainda que esta elevação seja mais provável de ocorrer em mulheres que estejam usando por tempo prolongado e de forma consecutiva anticoncepcionais orais combinados. Alguns estudos têm demonstrado que a incidência13 de hipertensão32 aumenta com o aumento da quantidade de progestágenos. Para aquelas mulheres com história de hipertensão32 relacionada a diversas enfermidades inclusive renal50, deve ser feita orientação para utilizar outro método anticoncepcional. Se as usuárias portadoras de hipertensão32 preferem utilizar anticoncepcionais orais combinados, deverão ser controladas cuidadosamente, e se for observada uma elevação significativa da pressão sanguínea, os anticoncepcionais orais deverão ser descontinuados. A maioria das mulheres com pressão arterial elevada nessas circunstâncias retornam aos valores normais logo após suspender os anticoncepcionais orais combinados, não sendo encontradas diferenças tencionais entre usuárias e não usuárias.
• Cefaléia51: A aparição ou exacerbação de enxaqueca52 ou o desenvolvimento de cefaléia51 com um novo padrão de recorrência, persistência ou severidade requer a descontinuação dos contraceptivos orais combinados e a avaliação da causa.
• Irregularidades no sangramento: Durante os primeiros três meses de uso de anticoncepcionais orais combinados, as usuárias podem apresentar sangramento genital anormal. O tipo e a dose do progestágeno pode ser importante. Devem ser consideradas causas não hormonais e tomadas medidas diagnósticas adequadas para descartar malignidade e gravidez2. Se ambas as situações forem excluídas, a usuária deve continuar usando o mesmo contraceptivo oral combinado ou trocar por outra formulação que possa resolver o problema.Em algumas mulheres o sangramento pode não ocorrer dentro do intervalo de 4 dias em que se utilizam os comprimidos inativos (brancos). Se o anticoncepcional oral combinado não foi tomado de acordo com as orientações, ou foram produzidos dois períodos consecutivos sem sangramento, deve ser observada uma potencial gravidez2.Em algumas mulheres pode ocorrer amenorréia53 posterior à ingestão dos comprimidos (possivelmente com anovulação54) ou oligomenorrea, especialmente se estas condições eram pré- existentes.
• Outros: Não se aconselha a utilização do produto em pacientes com obesidade35 (índice de massa corporal55 > 30); otorsclerose; distrofia uterina hiperplasia56, fibroma57; hiperprolactinemia com ou sem golactorrea; herpes gestacional e em combinação com indutores enzimáticos (ver interações) lactação26 (ver gravidez2 e lactação26).


REAÇÕES ADVERSAS - ADOLESS
Efeitos adversos não muito freqüentes, porém que determinam a interrupção do tratamento:• Acidentes tromboembólicos arteriais (especialmente infarto do miocárdio37, acidente vascular cerebral31).
• Acidentes tromboembólicos venosos (flebite58, embolia40 pulmonar).
• Hipertensão arterial59, coronariopatias.
• Hiperlipidemias (hipertrigliceridemias e/ou hipercolesterolemias), diabetes11.
• Mastodinia grave, mastopatia benigna.
• Adenoma60 hipofisário secretor de prolactina61 (elevadas eventualmente por uma galactorrea).
• Cefaléias62 importantes e não habituais, enxaquecas63, vertigem64, alterações visuais.
• Exacerbação de estado epiléptico.
• Adenoma60 hepático, icterícia4 colestática.
• Cloasma65.Efeitos adversos mais freqüentes que não impedem a continuação do tratamento:
• Sistêmicos: cefaléia51, enxaqueca52, edema44, peso nas pernas.
• Aparelho digestivo66: náuseas67, vômitos68, cólicas69 abdominais, alterações de apetite, litíase70 biliar.
• Sistema metabólico e nutricional: alterações de peso (aumento ou diminuição) agravamento de porfiria71.
• Sistema nervoso72: depressão, nervosismo, vertigem64, alterações da libido.
• Pêlo e fâneros: rash73, eritema74 nodoso, acne75, melasma76 que pode ser persistente, hirsutismo77, alopecia, seborréia78.
• Órgãos dos sentidos: intolerância a lentes de contato, neurite79 ótica.
• Sistema urogenital: suspensão da metrorragia80, spot, troca no padrão menstrual, amenorréia53, mudança no ectópio e secreção vaginal, vaginite81, tensão mamária, hipertrofia82 mamária e secreção.
• Amenorréias83 pós- terapêuticas: com a descontinuação do tratamento podem ocorrer amenorréia53 com anovulação54 (especialmente no caso de mulheres com antecedentes de ciclos irregulares), que em geral cedem espontaneamente. Se estas se prolongarem, antes de se reiniciar o tratamento, será necessária uma investigação para se determinar uma eventual patologia hipofisária.

Os seguintes exames laboratoriais podem ser alterados pelos anticonceptivos hormonais:
• Hepáticos: retenção aumentada da BSP e outros testes.
• Coagulação: aumento da protrombina e dos fatores VII, VIII, IX e X; diminuição de antitrombina III; aumento da agregação plaquetária.
• Endócrinos: aumento do PBI e BEI; diminuição de T3; aumento dos níveis de glicose sangüínea84.
• Outros: aumento dos níveis de fosfolipídeos e triglicerídios; diminuição do folato sérico e distúrbios do metabolismo9 do triptofano.

• Advertência em caso de vômitos68:
O aparecimento de distúrbios digestivos dentro das quatro horas subseqüentes à ingestão do comprimido, tais como vômitos68 ou diarréia14 intensa, pode gerar uma ineficácia transitória do método, e neste caso, devem ser tomadas as mesmas precauções recomendadas para os casos de esquecimento de 1 comprimido dentro das primeiras 12 horas. Se estes distúrbios persistirem deve- se utilizar um método contraceptivo alternativo (preservativo, espermicida, diafragma, etc...) até o inicio de uma nova embalagem.


POSOLOGIA - ADOLESS
Os comprimidos devem ser ingeridos seguindo a ordem contida na embalagem, todos os dias e sempre na mesma hora, durante 28 dias consecutivos. A hemorragia42 geralmente ocorre no 2º ou 3º dia após a ingestão do último comprimido ativo e pode continuar até o primeiro comprimido da cartela posterior.
• Como iniciar com ADOLESS®:
a) Quando não houver sido utilizado um método contraceptivo hormonal no ciclo anterior.
O primeiro comprido deve ser ingerido no primeiro dia do ciclo menstrual (primeiro dia da hemorragia42). Se o primeiro comprimido for ingerido entre os 2º e 7º dias do ciclo menstrual, durante os princípios sete dias deverá ser utilizado também um método contraceptivo mecânico (preservativo, espermicida, diafragmas, etc...).
c) Substituindo outro anticoncepcional oral combinado.
Deve ser feito preferencialmente no dia seguinte à ingestão do ultimo comprimido ativo do contraceptivo oral anterior ou, no máximo, no dia seguinte ao intervalo habitual sem comprimidos ou com comprimidos inativos do contraceptivo combinado anterior.
d) Mudando de um contraceptivo contendo somente uma substância ativa (comprimido, injetável ou implante).
Comprimido: deve se tomar o primeiro comprimido de ADOLESS® no dia seguinte ao descontinuar o produto anterior.
Injetável: o uso de ADOLESS® se iniciará no dia que deve ser aplicado o produto injetável.
Implante: o uso de ADOLESS® se iniciará no dia seguinte ao da remoção do implante.
As usuárias deverão utilizar em todas estas situações um método contraceptivo do tipo mecânico (preservativo, espermicida, diafragma, etc....) durante os primeiros sete dias de uso dos comprimidos de ADOLESS®.
e) Após aborto no primeiro trimestre.
Deve- se começar a ingerir o comprimido de ADOLESS® imediatamente. Não são necessárias outras medidas adicionais contraceptivos.
f) Posterior ao parto ou logo após aborto do segundo trimestre.
Devido a que o período de puerpério está associado ao risco de tromboembolismo30, os contraceptivos orais combinados não devem ser iniciados antes dos 28 dias posteriores ao parto ou ao aborto do segundo trimestre. Deverá ser utilizado um método contraceptivo mecânico adicional (preservativo, espermicida, diafragma, etc...) durante os primeiros sete dias de uso de ADOLESS®. Antes do inicio do uso de contraceptivos orais combinados, deve- se excluir a gravidez2 ou aguardar o primeiro período menstrual (ver advertências, tomboembolismo e gravidez2 ou lactação26).

• Como continuar com ADOLESS®:
O segundo ciclo e os ciclos subseqüentes irão iniciar no dia seguinte à ingestão do último comprimido da embalagem de ADOLESS® (último comprimido inativo, ou seja, nunca deixar transcorrer um único dia sem comprimidos). Cada novo ciclo com ADOLESS® iniciará no mesmo dia da semana e seguirá o mesmo esquema de utilização detalhado para o primeiro ciclo.A eficácia contraceptiva de ADOLESS® poderá ser reduzida se algum comprimido deixar de ser ingerido. Se a usuária esquecer de tomar os comprimidos e tenha mantido relações sexuais na semana anterior, deve ser considerada a possibilidade de gravidez2. Quando a usuária esquecer de tomar o comprimido, este deverá ser tomado no prazo de 12 horas. Os comprimidos seguintes devem ser ingeridos no horário habitual. Se for ultrapassado o tempo de 12 horas, a atividade anticoncepcional pode estar diminuída. Por isso, o comprimido deve ser tomado o mais rápido possível e mantendo o horário habitual para os comprimidos subseqüentes. Adicionalmente deve ser utilizado um método contraceptivo mecânico (preservativo, espermicida, diafragma, etc...) nos sete dias posteriores. Estes procedimentos também devem ser seguidos quando se esquece de tomar mais de um comprimido. Os comprimidos subseqüentes devem ser tomados nos horários habituais e adicionalmente deve ser empregado um contraceptivo mecânico (preservativo, espermicida, diafragma, etc...) nos sete dias seguintes. Se estes sete dias ultrapassarem o último comprimido ativo da embalagem que está sendo usada, a próxima embalagem deve ser iniciada no dia seguinte a este, desprezando- se os comprimidos inativos, a fim de se evitar o risco de ovulação1. É improvável que a usuária apresente sangramento antes do término da segunda embalagem; porém, pode apresentar pequenas perdas de sangue15 nos dias em que está tomando os comprimidos ativos.Se a usuária não apresentar sangramento na segunda embalagem, deverá verificar a possibilidade de gravidez2 antes de iniciar uma nova embalagem. O esquecimento de qualquer dos comprimidos inativos durante a quarta semana pode ser admitido desde que o primeiro comprimido ativo da próxima embalagem seja tomado no dia adequado.


APRESENTAÇÕES - ADOLESS
Caixa com blister- calendário de alumínio/plástico incolor, com 24 comprimidos ativos brancos contendo 15 mcg de etinilestradiol e 60 mcg de gestodeno mais 4 comprimidos inativos amarelos



ADOLESS - Laboratório

FARMOQUIMICA
Rua General Polidoro

Um comentário:

  1. olá...
    gostaria de saber se Adoless interfere na libido?
    obg

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