Fibrinase - Com Cloranfenicol

Fibrinase - Com Cloranfenicol:

Fibrinase
Com Cloranfenicol
Desoxirribonuclease + fibrinolisina + cloranfenicol

FORMA FARMACÊUTICA
Pomada dermatológica


Apresentação: - Fibrinase - Com Cloranfenicol:
Embalagem com 1 bisnaga de 10 g, 30 g e 60 g.Embalagem com 10 bisnagas de 3 g e 5 g.


Composição - Fibrinase - Com Cloranfenicol:
Cada 1 g da pomada dermatológica contém:
Desoxirribonuclease DCB 0382.01- 9 .................... 666 U
Fibrinolisina DCB 0569.01- 1....................1 U
Cloranfenicol DCB 0296.01- 5....................0,01 g
Excipiente q.s.p. ....................1,0 g
(Excipiente: gel de petrolato e polietileno)

USO PEDIÁTRICO OU ADULTO


Informações ao paciente: - Fibrinase - Com Cloranfenicol:
O produto está indicado como cicatrizante e antiinfeccioso nas lesões teciduais. Conservar a embalagem do produto fechada em temperatura ambiente, entre 15 e 30ºC.
O prazo de validade é de 24 meses a partir da data de fabricação, impressa na embalagem. Não utilize medicamento vencido.
Informe seu médico sobre a ocorrência de gravidez1 na vigência do tratamento ou após o seu término.
Informar ao médico se está amamentando.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis. As reações adversas tem sido mínimas consistindo em hiperemia local.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

A Fibrinase com cloranfenicol está contra- indicada em pacientes que possuam história de reações de hipersensibilidade aos seus componentes. Deve ser administrada com cautela a pacientes com história de alergia2 a produtos de origem bovina. Se aparecerem novas infecções durante o tratamento, o médico deve ser informado.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.


Informações técnicas - Fibrinase - Com Cloranfenicol:
A Fibrinase é uma associação de fibrinolisina e desoxirribonuclease, enzimas líticas de origem bovina, em forma de pomada suave e emoliente, contendo também 1% de cloranfenicol.
A associação destas duas enzimas é baseada na observação do exsudato3 purulento que consiste largamente de material fibrinoso e nucleoproteína.
A desoxirribonuclease age sobre o ácido desoxirribonucléico (DNA) e a fibrinolisina, principalmente, sobre a fibrina de coágulos sangüíneos e exsudatos fibrinosos.
A atividade da desoxirribonuclease é restrita principalmente à produção de polinucleotídeos de molécula grande para os quais a probabilidade de absorção é menor do que as frações protéicas de maior difusão, liberadas por certas preparações enzimáticas, obtidas das bactérias. A ação fibrinolítica está direcionada principalmente contra proteínas4 desnaturadas, tais como aquelas encontradas em tecidos descitalizados, enquanto que os elementos protéicos de células vivas permanecem relativamente inalterados.
A Fibrinase é uma associação de enzimas ativas. Esta é uma importante consideração em pacientes tratados de lesões resultantes de circulação5 prejudicada.
O cloranfenicol é um antibiótico de largo espectro, principalmente bacteriostático, que atua na inibição da síntese protéica, interferindo na transferência dos aminoácidos ativados do RNA solúvel aos ribossomas.
O desenvolvimento de resistência ao cloranfenicol pode ser considerado mínimo para estafilococos e muitas outras espécies de bactérias.
A ação da Fibrinase auxilia na produção de uma superfície limpa e, deste modo, estimula a cicatrização de várias lesões exsudativas.


Indicaçõs - Fibrinase - Com Cloranfenicol:
A Fibrinase com cloranfenicol é indicada para o tratamento de lesões infectadas, tais como queimaduras, úlceras6 e feridas onde a dupla ação como agente desbridante e antibiótico tópico7 é requerida. Esta ação dupla é especialmente benéfica no tratamento de infecções causadas por organismos que utilizam um processo de deposição de fibrina como meio de proteção, por exemplo coagulase e estafilococos. Devem ser tomadas medidas apropriadas para determinar a suscetibilidade do patógeno ao cloranfenicol.Por suas propriedades desbridante, liquefativa e antibacteriana, é eficaz nos transtornos ginecológicos, na cirurgia, ulcerações da pele, fístulas e abcessos. Isto se efetua pela ação lítica da fibrinolisina sobre a fibrina e da desoxirribonuclease sobre o ácido desoxirribo- nucléico.


Contra-Indicações - Fibrinase - Com Cloranfenicol:
A Fibrinase com cloranfenicol está contra- indicada em pacientes que tenham uma história de hipersensibilidade prévia a algum dos componentes do produto.


Precauções - Fibrinase - Com Cloranfenicol:
Têm sido relatados casos de hipoplasia da medula óssea, incluindo anemia8 aplástica e morte, após a aplicação local de cloranfenicol.O uso prolongado de antibióticos pode resultar ocasionalmente em crescimento de organismos não suscetíveis ao tratamento, incluindo fungos.
Se aparecerem novas infecções durante o tratamento, o medicamento deverá ser descontinuado e outras medidas adequadas devem ser tomadas. Com exceção dos casos de infecções superficiais, o uso de cloranfenicol deve ser suplementado por medicação sistêmica apropriada.
As precauções usuais contra reações alérgicas devem ser observadas, particularmente nas pessoas com história de sensibilidade aos produtos de origem bovina.


Interações medicamentosas - Fibrinase - Com Cloranfenicol:
Não existe uma evidência suficiente que confirme a ocorrência de interações clinicamente relevantes.


Reações adversas / Colaterais - Fibrinase - Com Cloranfenicol:
Com o emprego de doses e indicações recomendadas, não têm sido relatados efeitos indesejáveis atribuíveis às enzimas. Em altas concentrações as reações adversas têm sido mínimas consistindo em hiperemia local. Tremores e febre9 atribuíveis à ação antigênica de ativadores profibrinolisina de origem bacteriana, não são problemas com a Fibrinase. Pacientes sensíveis ao cloranfenicol podem apresentar sinais10 de irritação local, com sintomas11 subjetivos de prurido12 ou ardência, edema angioneurótico13, urticária14, dermatite15 vesicular e maculo- papular. Nestes casos, a medicação deve ser descontinuada. Podem ocorrer reações de sensibilidade idêntica a outros materiais nas preparações tópicas. As discrasias sanguíneas têm sido associadas ao uso de cloranfenicol.


Posologia e modo de usar - Fibrinase - Com Cloranfenicol:
Considerando- se que variam muito de intensidade os casos nos quais se indica o emprego de Fibrinase com cloranfenicol, o médico deverá ajustar devidamente as aplicações para cada caso. As seguintes recomendações gerais podem ser feitas:Escara16 seca e compacta, se presente, deve ser removida cirurgicamente antes do desbridamento enzimático ser realizado;
A enzima17 necessita estar em contato constante com o substrato;
Debris necróticos acumulados necessitam ser removidos periodicamente;
A enzima17 necessita ser provida, no mínimo, uma vez ao dia;
Cicatrização secundária ou enxerto de pele necessita ser empregado tão logo seja possível, após ter sido obtido desbridamento ótimo.
É primordial que a técnica de curativo seja realizada em condições assépticas e que sejam administrados concomitantemente antibióticos de ação sistêmica adequada se, na opinião do médico, forem indicados.
1 Uso Tópico7: Aplicação local repetida a intervalos regulares durante o tempo que se deseje a ação enzimática do produto;
2 Uso Intravaginal:
a) Cervicite18 e vaginite19 discreta: 5 ml introduzidos na vagina à noite, ao deitar. Continuar até acabar o conteúdo de uma bisnaga de 30 g.
b) Cervicites e vaginites graves: iniciar o tratamento na primeira consulta médica, pela aplicação intravaginal de toda uma bisnaga, tamponando- se o canal vaginal.
Após a aplicação, a Fibrinase com cloranfenicol torna- se menos ativa, rápida e progressivamente, e se extingue, provavelmente, no fim de 24 horas.


Instruções de uso - Fibrinase - Com Cloranfenicol:
1. Para sua segurança, esta bisnaga está hermeticamente lacrada. Esta embalagem não requer o uso de objetos cortantes.
2. Retire a tampa da bisnaga.
3. Com a parte pontiaguda superior da tampa, perfure o lacre da bisnaga.
4. Limpe a ferida com água, água oxigenada ou soro20 fisiológico e seque a área gentilmente. Se está presente escara16 seca compacta, deve ser removida cirurgicamente antes de aplicar a Fibrinase com cloranfenicol.
5. Aplique uma fina camada de Fibrinase com cloranfenicol.
6. Cubra com gaze ou outro tipo de curativo não aderente.
7. Troque o curativo no mínimo uma vez ao dia, de preferência duas ou três vezes ao dia. A freqüência de aplicação é mais importante que a quantidade de Fibrinase com cloranfenicol utilizada.
Remova o debris necrótico e exsudato3 fibrinoso com soro20 fisiológico, água oxigenada ou água morna para poder- se aplicar a Fibrinase com cloranfenicol em contato direto com o substrato.


Superdosagem: - Fibrinase - Com Cloranfenicol:
Não há relatos de superdosagem com Fibrinase com cloranfenicol.


Pacientes idosos: - Fibrinase - Com Cloranfenicol:
Não há nenhuma informação disponível, relacionando a idade aos efeitos desta medicação em pacientes idosos.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

N.º do lote, data de fabricação e prazo de validade: vide cartucho/caixa/bisnaga

Reg. MS N.º 1.0298.0017
Farm. Resp.: Dr. Joaquim A. dos Reis – CRF- SP N.º 5061

SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800 701 19 18

CRISTÁLIA -
Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Rod. Itapira- Lindóia, km 14 - Itapira-SP - CNPJ Nº 44.734.671/0001-51 - Indústria Brasileira



Fibrinase - Com Cloranfenicol: - Laboratório

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