MAXITROL

Maxitrol

Dexametasona
Sulfato de Neomicina
Sulfato de Polimixina B
Suspensão Oftálmica Estéril e Pomada Oftálmica Estéril

USO ADULTO E PEDIÁTRICO


APRESENTAÇÃO - MAXITROL

Frascos plásticos conta- gotas contendo 5 ml e bisnagas com 3,5 g.


COMPOSIÇÕES: - MAXITROL

Suspensão Oftálmica:

Cada ml contém:

Dexametasona micronizada bifásica.................... 0,001 g
Sulfato de neomicina (equivalente a 3,5 mg da base).................... 0,005 g
Sulfato de polimixina B.................... 6000 UI
Hipromelose (Hidroxipropilmetilcelulose)....................0,005 g

Veículo constituído de cloreto de sódio, polissorbato 20, cloreto de benzalcônio como conservante e água purificada q.s.p. 1 ml

Pomada Oftálmica:

Cada g contém:

Dexametasona micronizada bifásica.................... 0,001 g
Sulfato de neomicina (equivalente a 3,5mg da base).................... 0,005 g
Sulfato de polimixina B.................... 6000 UI

Excipiente constituído de lanolina líqüida anidra, com metilparabeno e propilparabeno como conservantes e vaselina sólida q.s.p. 1 g


INDICAÇÕES: - MAXITROL

Nas condições inflamatórias oculares que respondam aos esteróides e onde exista infecção1 bacteriana ocular ou risco de infecção1.
Os esteróides oculares são indicados nas condições inflamatórias das pálpebras e conjuntiva bulbar, córnea e segmento anterior do globo, onde se aceita o risco inerente ao uso de esteróides em certas conjuntivites infectadas para se obter diminuição do edema2 e inflamação3.
MAXITROL é também indicado na uveíte anterior crônica e traumas corneanos causados por queimaduras químicas, por radiação ou térmicas, e também em casos de corpo estranho.
O uso da combinação com antiinfeccioso é indicado onde o risco de infecção1 é grande ou quando se suspeita que um número de bactérias potencialmente perigoso estará presente no olho.
MAXITROL é ativo contra Staphylococcus aureus, Escherichia coli, Haemophilus influenzae, Klebsiella / Enterobacter sp, Neisseria sp e Pseudomonas aeruginosa.
Este produto não dá cobertura adequada contra Serratia marcescens e Streptococci, inclusive Streptococcus pneumoniae.


CONTRA-INDICAÇÕES: - MAXITROL
Ceratite epitelial por herpes simples (ceratite dendrítica), vaccinia, varicela4 e outras doenças virais da córnea e conjuntiva.
lnfecções oculares por micobactérias. Doenças micóticas oculares.
Hipersensibilidade aos componentes da fórmula (a hipersensibilidade aos componentes antibióticos é mais comum que aos outros componentes).
O uso dessas associações é sempre contra- indicado após remoção não complicada de corpo estranho da córnea.


ADVERTÊNCIAS: - MAXITROL

NÃO DEVE SER INJETADO.

O uso prolongado pode suprimir a resposta do hospedeiro e, portanto, aumentar o perigo de infecções oculares secundárias.
Nas doenças que causam adelgaçamento da córnea ou da esclera são conhecidos casos de perfuração com o uso de esteróides tópicos.
Em condições purulentas agudas dos olhos, os esteróides podem mascarar infecção1 ou exacerbar infecções existentes. O emprego de esteróides no tratamento do herpes simples requer grande cautela.
Se o produto for utilizado por 10 dias ou mais, a pressão intra- ocular deve ser rotineiramente avaliada, embora isso se torne difícil no caso de crianças e pacientes que não colaboram. O uso prolongado pode resultar em glaucoma5 com dano ao nervo óptico, defeitos na acuidade e nos campos visuais e formação de catarata6 subcapsular posterior.
O sulfato de neomicina pode causar sensibilização cutânea.


PRECAUÇÕES: - MAXITROL
A repetição da prescrição inicial por mais de 20 ml no caso do colírio7 e 8 g no caso da pomada deve ser feita pelo médico somente após examinar o paciente com o auxílio de magnificação, tal como à biomicroscopia por lâmpada de fenda e, se necessário, por coloração com fluoresceína.
Deve- se considerar a possibilidade de infecções micóticas persistentes da córnea após administração prolongada de esteróides.
Uso em gestantes: Não se determinou a segurança do uso intensivo ou prolongado de esteróides tópicos em gestantes.


REAÇÕES ADVERSAS: - MAXITROL

Reações adversas têm ocorrido com a associação de agentes esteróides/antiinfecciosos que podem ser atribuídas ao componente esteróide, ao componente antiinfeccioso, ou à associação.
A reação mais comum aos antiinfecciosos é a sensibilização.
As reações devidas ao componente esteróide são: elevação da pressão intra- ocular com possível desenvolvimento de glaucoma5 e dano ao nervo óptico. Formação de catarata6 subcapsular posterior e retarde na cicatrização.
Infecção1 secundária: Infecção1 secundária tem ocorrido após o uso de associações de esteróides e antimicrobianos. Como existe uma certa predisposição para o desenvolvimento de infecções corneanas micóticas concomitantemente ao tratamento prolongado com esteróide tópico8, deve- se considerar a possibilidade de invasão fúngica em qualquer ulceração corneana persistente onde se tenha usado medicação esteróide. Pode também ocorrer infecção1 bacteriana ocular secundária após supressão da resposta do hospedeiro.


POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO: - MAXITROL

Suspensão: AGITAR BEM ANTES DE USAR. Instilar 1 ou 2 gotas topicamente no saco conjuntival. Em casos graves, as gotas podem ser administradas de hora em hora, diminuindo- se gradativamente a dosagem até a interrupção quando se notar melhora da inflamação3.
Em casos leves, as gotas podem ser utilizadas de 4 a 6 vezes por dia.

Pomada: Aplicar aproximadamente de 1 a 1,5 cm da pomada no saco conjuntival 3 a 4 vezes por dia, ou a critério médico. Quando se observar uma resposta clínica satisfatória, a dose deve ser reduzida gradativamente até uma aplicação diária por vários dias.

Para maior comodidade, a suspensão pode ser usada durante o dia e a pomada à noite, ao deitar- se.

NÃO USE REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.




MAXITROL - Laboratório

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