MIFLASONA

Composição - MIFLASONA
cada cápsula contém 200 ou 400 mcg dedipropionato de beclometasona. Excipientes: lactose e gelatina.


Posologia e Administração - MIFLASONA
Miflasona deve ser administrado regularmente todos os dias para manter o controle da asma1. Para reduzir o risco de infecção2 por Candida sp recomenda- se enxaguar bem a boca com água após cada dose. Adultos: a dose usual para adultos é de 200-400 mcg, 2 vezes ao dia. Para asma1 grave, a dose pode ser aumentada para até 2.000 mcg por dia. Crianças: a dose usual de Miflasona para crianças é de 200 mcg, 2 vezes ao dia. Para asma1 grave, a dose pode ser aumentada para até 800 mcg por dia. Miflasona deve ser utilizado em crianças sob a supervisão de um adulto. O uso do inalador deve depender da habilidade da criança de utilizá-lo corretamente. Recomenda-se o uso de Miflasona a partir dos 5 anos de idade, visto que crianças abaixo dessa faixa etária podem não apresentar a coordenação e o fluxo inspiratório necessários para a correta inalação do produto. Não é necessário realizar ajuste de dose em pacientes idosos ou com insuficiência renal3 ou hepática. A administração de Miflasona é feita através do inalador. Os pacientes devem ser instruídos quanto ao uso apropriado do inalador para garantir que a droga atinja as áreas adequadas do pulmão4. - Superdosagem: aguda: a inalação da droga em doses que excedam às recomendadas pode levar à supressão temporária da função adrenal. Isso não requer a tomada de medidas de emergência. Nesses pacientes, o tratamento com dipropionato de beclometasona por inalação deve ser mantido em dose suficiente para controlar a asma1; a função adrenal se recuperará em alguns dias e pode verificar-se isso pela determinação do cortisol plasmático. Crônica: o uso de dipropionato de beclometasona em doses diárias excessivas de 1.500 mcg por períodos prolongados pode causar certo grau de supressão adrenal. A monitoração das reservas adrenais pode ser indicada. O tratamento com dipropionato de beclometasona deve continuar com dose suficiente para controlar a asma1.


Precauções - MIFLASONA
os pacientes devem ser advertidos sobre a natureza profilática do tratamento com beclometasona inalável e de que a mesma deve ser utilizada regularmente, mesmo quando não estão presentes os sintomas5. Miflasona não é indicado para o alívio de sintomas5 asmáticos agudos, quando é necessário o uso de um broncodilatador6 inalável indicado para crises. Os pacientes devem ser orientados a ter disponível essa medicação de emergência. A asma1 grave requer acompanhamento médico regular, inclusive teste da função pulmonar, uma vez que os pacientes estão sob risco de ataques graves e até mesmo fatais. O aumento do uso dos broncodilatadores7 no alívio dos sintomas5, em particular dos agonistas beta- 2 inaláveis de curta duração, indica a deterioração do controle da asma1. Se os pacientes tiverem a sensação de que o tratamento com broncodilatadores7 de curta duração está se tornando menos eficaz ou que estão precisando de mais inalações que o usual, o médico deve ficar atento. Nesse caso, os pacientes devem ser avaliados novamente e deve-se considerar a necessidade de aumentar-se o tratamento com antiinflamatórios (por exemplo, doses mais altas de corticosteróides inaláveis ou tratamento com corticosteróides orais). Exacerbações graves da asma1 devem ser tratadas da maneira habitual. Na maioria dos pacientes, não ocorre qualquer supressão adrenal significativa, a não ser que a dose diária exceda a dose recomendada de Miflasona (por exemplo, 1.500 mcg por dia). Tem sido relatada redução dos níveis de cortisol plasmático em alguns pacientes que receberam 2.000 mcg por dia de dipropionato de beclometasona inalável. Nesses pacientes, os riscos de desenvolver-se supressão adrenal devem ser considerados em comparação com as vantagens terapêuticas e devem-se tomar precauções para se fornecer uma cobertura de esteróides sistêmicos em situações de estresse prolongado. A supressão continuada do eixo hipotalâmico-pituitário-adrenal (HPA) pode eventualmente trazer efeitos sistêmicos, inclusive retardo de crescimento em crianças e adolescentes. A falta de resposta ou as exacerbações graves da asma1 devem ser tratadas aumentando-se a dose de dipropionato de beclometasona inalável e, se necessário, administrando-se um esteróide sistêmico e/ou antibiótico, se houver infecção2, e usando-se tratamento com beta-agonista. Transição de pacientes em tratamento com corticosteróides orais: a transição de pacientes dependentes de esteróides orais para Miflasona e o acompanhamento subseqüente necessitam de cuidados especiais, como a recuperação da função adrenocortical alterada, causada por uso prolongado com esteróides sistêmicos, e podem requerer um tempo considerável. Pacientes que tenham sido tratados com esteróides sistêmicos por longos períodos de tempo ou com uma dose elevada podem apresentar supressão adrenocortical. Com esses pacientes, a função adrenocortical deve ser monitorada regularmente e a dose de esteróide sistêmico deve ser reduzida com cautela. Após aproximadamente 1 semana, inicia-se a retirada gradual do esteróide sistêmico. As diminuições de dosagem devem ser apropriadas ao nível de manutenção do esteróide sistêmico e introduzidas em intervalos de pelo menos 1 semana. Para doses de manutenção de prednisolona ou seu equivalente, de 10 mg por dia ou menos, os decréscimos de dose não devem ser superiores a 1 mg por dia em intervalos de pelo menos 1 semana. Para doses de manutenção de prednisolona maiores que 10 mg por dia, pode ser apropriado empregar-se cautelosamente decréscimos maiores da dose em intervalos semanais. Alguns pacientes não se sentem bem de uma maneira geral durante a fase de retirada, apesar da estabilização ou mesmo da melhora da função respiratória. Esses pacientes devem ser encorajados a continuar o tratamento com Miflasona e a retirar o esteróide sistêmico, a menos que existam sinais8 objetivos de insuficiência9 adrenal. Os pacientes que, ao estarem interrompendo o tratamento com esteróides orais, tenham a função adrenocortical prejudicada devem portar um cartão de advertência indicando que eles podem precisar de esteróide sistêmico suplementar durante períodos de estresse, por exemplo, na piora dos ataques de asma1, em infeções pulmonares, doenças associadas, cirurgias, traumas e outros. A substituição do tratamento com esteróide sistêmico por tratamento inalatório algumas vezes desmascara alergias, como rinite10 alérgica ou eczema11, que permaneciam previamente controladas pela medicação sistêmica. Tais alergias devem ser tratadas sintomaticamente com anti-histamínicos e/ou com preparações tópicas, inclusive esteróides tópicos. O tratamento com Miflasona não deve ser interrompido abruptamente. É possível a ocorrência de broncospasmo paradoxal. Caso ocorra, Miflasona deve ser descontinuado e instituído um tratamento alternativo. É necessário cautela no tratamento de pacientes com transtornos pulmonares, como bronquiectasia12 e pneumoconiose, frente à possibilidade de infecções fúngicas. Gravidez13 e lactação14: o uso de beclometasona na gravidez13 requer a avaliação dos possíveis benefícios da droga em relação aos riscos potenciais. Deve-se notar que a droga tem sido amplamente utilizada por muitos anos sem nenhuma conseqüência adversa aparente. É razoável supor-se que a beclometasona seja secretada no leite, mas nas doses utilizadas para inalação direta os possíveis níveis no leite serão baixos. O uso de dipropionato de beclometasona em mulheres lactantes15 requer que os benefícios terapêuticos da droga sejam comparados com os riscos potenciais à mãe e à criança. - Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas: não foram relatados.


Reações adversas - MIFLASONA
não foram relatados quaisquer efeitos colaterais sérios que pudessem ser atribuídos à dose recomendada de dipropionato de beclometasona. Alguns pacientes não se sentem bem por cerca de 2 semanas durante a redução do tratamento com corticosteróides sistêmicos, apesar de a função respiratória estar sendo mantida ou até mesmo melhorada. Esses pacientes podem, portanto, precisar de encorajamento para continuar utilizando o dipropionato de beclometasona. Podem ocorrer infecções locais por Candida sp na boca, garganta e laringe16. É necessária atenção especial a pacientes com altos níveis sangüíneos de Candida precipitans, indicando uma infecção2 prévia. A terapia antifúngica local parece controlar essas infecções, sem a necessidade de interromper- se o tratamento com a beclometasona. Podem ocorrer rouquidão e irritação da garganta, mas desaparecem após a descontinuação do tratamento, a redução da dose e/ou o descanso da voz. Pode ser útil enxaguar-se a boca com água imediatamente após a inalação. Tem sido relatados reações de hipersensibilidade, inclusive erupções cutâneas inclusive rash17 (erupção) cutâneo, urticária18, prurido19, eritema20 e edema21 nos olhos, na face, nos lábios e na garganta após o uso de dipropionato de beclometasona.


Contra-Indicações - MIFLASONA
hipersensibilidade à beclometasona ou a qualquer componente da formulação. Tuberculose22 pulmonar ativa ou quiescente.


Indicações - MIFLASONA
tratamento profilático da asma1 brônquica. Miflasona apresenta vantagens terapêuticas aos pacientes não controlados adequadamente pelo uso ocasional de broncodilatadores7 e/ou de cromoglicato de sódio e aos pacientes com asma1 grave dependentes de corticosteróides sistêmicos ou de hormônio23 adrenocorticotrófico (ACTH).


Apresentação - MIFLASONA
caixas com 60 cápsulas para inalação de 200 ou 400 mcg e 1 inalador.





MIFLASONA - Laboratório

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