ANTAK

Antak
comprimidos, solução injetável e xarope


Cloridrato de ranitidina
Uso adulto e pediátrico


Formas farmacêuticas e apresentações - ANTAK
ANTAK 150 mg: comprimidos circulares revestidos, de cor branca, contendo 150 mg de ranitidina (como cloridrato) e apresentado em caixas com 10 e 20 comprimidos. ANTAK 300 mg: Comprimidos de forma capsular, revestidos, de cor branca, contendo 300 mg da ranitidina (como cloridrato) e apresentado em caixas com 8, 16 e 32 comprimidos. ANTAK comprimidos efervescentes: Comprimidos contendo 150 mg e 300 mg de ranitidina (cloridrato) e apresentado em caixas contendo 10 comprimidos. ANTAK xarope 150mg/10 ml: Frasco de vidro da cor âmbar contendo 120 ml. ANTAK injetável: Caixa com 5 ampolas de 2 ml.


Composição - ANTAK

ANTAK comprimidos revestidos: Cloridrato da ranitidina 168 mg e 336 mg (correspondentes a respectivamente 150 mg e 300 mg de ranitidina); excipiente q.s.p. 1 comprimido. ANTAK comprimidos efervescentes: Cloridrato de ranitidina 168 mg e 336 mg correspondentes a respectivamente 150 mg 300 mg de ranitidina; excipiente q.s.p. 1 comprimido efervescente. ANTAK xarope: Cada 10 ml contém: Cloridrato de ranitidina 168 mg (correspondente a 150 mg de ranitidina); Veículo q.s.p. 10 ml. ANTAK injetável: Cada ampola contém 50 mg de ranitidina.


Informações técnicas - ANTAK
Modo de ação - ANTAK

O principio ativo de ANTAK, a ranitidina, é um antagonista H 2 da histamina, dotado de alta seletividade e rápido início de ação. Seu efeito inibitório, sobre a secreção basal ou estimulada de ácido gástrico, se faz tanto através da redução do volume da secreção como de seu conteúdo em ácido e pepsina.


Indicações - ANTAK
ANTAK comprimidos e xarope está indicado para o tratamento da úlcera duodenal1, úlcera gástrica2 benigna, incluindo aquelas associadas com agentes antiinflamatórios não- esteróides. Prevenção de úlceras3 duodenais associadas com agentes antiinflamatórios não-esteroidais, incluindo ácido acetilsalicílico, especialmente em pacientes com história de doença ulcerosa péptica, úlcera4 pós-operatória, esofagite de refluxo5, síndrome de Zollinger-Ellison6, na dispepsia7 episódica crônica, caracterizada por dor (epigástrica ou retroesternal) a qual é relacionada às refeições ou durante o sono, mas não associada com as condições anteriores. E nas seguintes condições onde é desejável a redução gástrica e a produção de ácido: profilaxia da hemorragia8 gastrintestinal conseqüente à úlcera4 de estresse em pacientes gravemente enfermos, profilaxia da hemorragia8 recorrente em pacientes com úlceras3 pépticas e na prevenção da síndrome9 de aspiração ácida (síndrome de Mendelson10). ANTAK injetável está indicado no tratamento de úlcera duodenal1, úlcera gástrica2 benigna, úlcera4 pós-operatória, esofagite de refluxo5 e estados hipersecretores patológicos, sempre que for recomendável a administração parenteral, bem como nas seguintes condições nas quais é necessário reduzir a secreção gástrica e produção de ácido: prevenção de hemorragia8 gastrintestinal por úlcera4 de estresse em pacientes graves, profilaxia de sangramento recorrente em portadores de úlceras3 pépticas hemorrágicas e na pré-medicação anestésica em pacientes propensos à aspiração ácida (síndrome de Mendelson10).


Contra-Indicações - ANTAK

O uso de ANTAK está contra- indicado em pacientes com hipersensibilidade à ranitidina.


Precauções - ANTAK
O tratamento com antagonista H 2 da histamina pode mascarar sintomas11 associados com carcinoma12 do estômago13 e por essa razão, retardar o diagnóstico14 da doença. conseqüentemente, quando houver suspeita de úlcera gástrica2, a possibilidade de malignidade deve ser excluída antes de ser instituída a terapia com ANTAK. A ranitidina é excretada por via renal15, assim sendo, os níveis plasmáticos da droga são aumentados nos pacientes com insuficiência renal16 severa. Neste caso, a dose deve ser ajustada conforme descrito em Posologia e administração em pacientes com insuficiência renal16. A ranitidina atravessa a barreira placentária e é excretada no leite materno. O produto só deve ser usado durante a gravidez17 e aleitamento no caso de ser essencialmente necessário. É recomendada a regular supervisão de pacientes com úlcera péptica18 e utilizando drogas antiinflamatórias não- esteroidais, especialmente se idosos. Deve-se ter precaução no uso de ANTAK efervescente em pacientes que tenham restrições de sódio, tendo em vista que estas apresentações contêm sódio em sua formulação.

Uso em pacientes idosos Em ensaios clínicos, as taxas de cicatrizações de úlcera4 em pacientes com 65 anos ou mais não se mostraram diferentes das observadas em pacientes mais jovens. Além disso, não houve diferença na incidência19 de efeitos adversos.

Uso em transplantes renais - ANTAK tem sido usado em pacientes submetidos a transplantes renais.


Posologia e administração - ANTAK

ANTAK comprimido e solução oral: O comprimido de ANTAK efervescente deve ser colocado em meio copo de água (mínimo de 75 ml) e dissolvido completamente antes de ser bebido. As formulações efervescentes contêm aspartama. Adultos: A dose usual padrão para úlcera gástrica2, úlcera duodenal1 ou esofagite de refluxo5 é de 150 mg duas vezes ao dia ou 300 mg à noite. Em muitos casos de úlcera duodenal1, úlcera gástrica2 benigna e úlcera4 pós- operatória a cicatrização ocorre dentro de 4 semanas. Naqueles pacientes em que a cicatrização não ocorre nas quatro primeiras semanas, a úlcera4 cicatrizará geralmente após mais quatro semanas seguidas de terapia. Em úlceras3 presentes acompanhando a terapia com antiinflamatórios não-esteroidais ou associados com o uso continuado destas drogas, podem ser necessárias 8 a 12 semanas de tratamento. Para a prevenção de úlceras3 duodenais associadas com drogas antiinflamatórias não esteroidais, 150 mg de ranitidina duas vezes ao dia podem ser administradas concomitantemente com a terapia de drogas antiinflamatórias não-esteroidais. Na úlcera duodenal1, 300 mg duas vezes ao dia durante quatro semanas, resulta em taxas de cicatrização maiores do que aquelas com ranitidina 150 mg duas vezes ao dia ou, 300 mg à noite, durante quatro semanas. O aumento da dose não tem sido associado com aumento na incidência19 de efeitos colaterais. Tratamento de manutenção: 150 mg ao deitar. Úlcera4 pós-operatória: 150 mg duas vezes ao dia. No controle da esofagite de refluxo5 severa a dose recomendada é de 150 mg quatro vezes ao dia durante 8 semanas. Síndrome de Zollinger-Ellison6: 150 mg três vezes ao dia, inicialmente, podendo aumentar se necessário. Doses até 6 g por dia têm sido bem toleradas. Para pacientes com dispepsia7 episódica crônica a dose recomendada é de 150 mg. duas vezes ao dia, durante 6 semanas. Qualquer paciente, que não responda ou que tenha recidiva logo após o tratamento, deve ser investigado . Na profilaxia da hemorragia8 decorrente da úlcera4 de stress em pacientes gravemente enfermos, ou na profilaxia de hemorragia8 recorrente em pacientes com sangramento decorrente de ulceração péptica, 150 mg duas vezes ao dia pode substituir a forma injetável logo que o paciente possa alimentar-se por via oral. Profilaxia da Síndrome de Mendelson10: 150 mg duas horas antes da anestesia20 e preferivelmente 150 mg na noite anterior. Alternativamente existe disponível ANTAK injetável. Em pacientes em trabalho de parto, 150 mg a cada 6 horas, porém, se for necessário anestesia20 geral, recomenda-se que adicionalmente seja administrado com antiácido21 (ex.: citrato de sódio). Crianças: A dose oral recomendada para o tratamento de úlcera péptica18 em crianças é de 2 mg/Kg a 4 mg/KG, duas vezes ao dia, até no máximo 300 mg de ranitidina por dia. Insuficiência renal16: A acumulação de ranitidina como resultado de elevadas concentrações plasmáticas poderá ocorrer em pacientes com insuficiência22 renal15 severa (clearance de ranitidina abaixo de 50 ml/minuto). Recomenda-se que a dose diária de ranitidina nestes pacientes seja de 150 mg à noite, durante quatro a oito semanas. Em pacientes sob diálise23 peritoneal crônica um ambulatorial ou hemodiálise24 crônica, 150 mg de ranitidina deve ser tomada imediatamente após a diálise23. ANTAK injetável: Adultos: ANTAK injetável pode ser administrado através de injeção25 intravenosa lenta (durante 2 minutos) de 50 mg (1 ampola) diluídos para um volume de 20 ml, cada 6-8 horas; por infusão intravenosa intermitente na velocidade de 25 mg/h, durante 2 horas; repetida a intervalos de 6-8 horas; por injeção intramuscular26 de 50 mg (uma ampola), cada 6-8 horas. Na profilaxia da hemorragia8 por úlcera4 de stress em pacientes gravemente doentes ou na profilaxia de hemorragia8 recorrente em pacientes com episódio de sangramento por ulceração péptica, ANTAK injetável pode ser continuado até que seja reinstituída a alimentação oral. Os pacientes considerados ainda sob risco podem então ser tratados com ANTAK comprimidos 150 mg duas vezes ao dia. Para profilaxia da síndrome de Mendelson10, administrar 50 mg, por injeção25 IM ou IV lenta 45 a 60 minutos antes de indução da anestesia20 geral. Crianças: O uso em crianças não foi avaliado. Uso no paciente com insuficiência renal16: Ocorrerá acúmulo de ranitidina no organismo com concentrações plasmáticas elevadas, como conseqüência, em pacientes com grave insuficiência22 a renal15 (depuração de ranitidina menor que 50 ml/min). Recomenda-se em tais pacientes que ANTAK seja administrado em doses de 25 mg.


Superdosagem - ANTAK

ANTAK tem ação muito específica e por essa razão não se espera que ocorram problemas particulares após superdosagem com o produto. Deve ser administrada adequada terapia sintomática e de suporte. Se necessário for, a droga deve ser removida do plasma27 por hemodiálise24..

Venda Sob Prescrição Médica.



ANTAK - Laboratório

Nenhum comentário:

Postar um comentário